Domingo II da Páscoa ou da Divina Misericórdia

“No ano 2000, o Papa S. João Paulo II canonizou Santa Faustina e declarou que daquele dia em diante, o segundo Domingo da Páscoa seria também designado como Domingo da Misericórdia. Além disso, S. João Paulo II «estabeleceu que o citado Domingo seja enriquecido com a Indulgência Plenária, para que os fiéis possam receber mais amplamente o dom do conforto do Espírito Santo e desta forma alimentar uma caridade crescente para com Deus e o próximo e, obtendo eles mesmos o perdão de Deus, sejam por sua vez induzidos a perdoar imediatamente aos irmãos» (Decreto da Penitenciaria Apostólica, 2002). Deste modo, este Domingo constitui-se como uma oportunidade para recordar a Divina Misericórdia quer na celebração da Eucaristia, quer por meio de outros momentos de oração que ajudem os fiéis a meditar e reflectir em Jesus, Rosto da Misericórdia do Pai.”                                                             In Voz Portucalense

” “Eu sou como São Tomé, só acredito no que vejo”. Esta expressão é comum na linguagem popular e pode significar a redução daquilo que é digno de fé ao que é percecionado pelos sentidos. Todavia, isso seria a negação de tudo o que é espiritual e que vai para além da história; ficaríamos fechados no instante daquilo que é percecionado sem ligação ao passado nem ao futuro. A Eucaristia é pão e vinho que se veem e se saboreiam; é comunhão eclesial que se deve experimentar também. Porém ela é também memorial do que Jesus fez na Última Ceia e antecipação do Banquete Celeste. Por isso, ela é muito mais do que se vê; pela fé, ela desvela todo o seu significado de presença do Ressuscitado presente, passado e futuro, alfa e ómega. ”                                              In Arquidiocese de Braga

Cânticos para o II Domingo da Páscoa – Ano A (liturgia)

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